Domingo de chuva, eu e a Cah resolvemos que era o momento de ver um filminho água com açúcar. A pedida do dia era: O Novo Mundo (ou Le Nouveau Monde), um romance que conta a história de duas mulheres que decidiram, como todas nós, que era o momento de aumentar a família.
Coinscidências mil por uma hora e meia de filme. Desde o desejo inicial de ter um doador conhecido até o nome do fofucho - Enzo - é o mesmo que escolhemos se for menino. Além de engraçadinha, boba e simples, a trama também levanta uma questão importante: ao optarem por um pai presente, a personagem Marion se sente deixada de lado, sem papel definido nessa relação. Afinal, ela vê seu filho com pai e mãe biológicos.... onde ela fica nessa história?
Vejam o trailer:
A solução do trio foi bem francesa, utópica. Por aqui a coisa não funcionaria tão bem, creio eu. De toda forma, é válido o questionamento da representação das mães e de todo esse contexto familiar que envolve a chegada de um bebê por vias lésbicas rs.